AMORES ENTRELAÇADOS
Voltando de um decepcionante fim de semana em Búzios, subi ao ônibus vazio e muito frio. Sentei no banco próximo à janela, abraçando meu próprio corpo, tentava me aquecer.
Antes que o motorista entrasse para começar a viagem rumo à zona sul, vi pela janela um homem alto e elegante terminando de fumar um cigarro. Deslumbrada pensei: "será algum artista ou modelo?”
Com tantos lugares vazios ele escolheu sentar perto de mim. Gostei! E procurei conversar: -Está tão frio!- É mais logo que outros passageiros entrem vais esquentar.
Nossa conversa fez a espera pequena, a viagem rápida demais. Em poucos minutos ele já tinha contado a história de sua vida: - Sou viúvo e tenho sobre meus ombros, a responsabilidade de cinco filhos. A mais nova, com apenas sete anos ficou órfã. Falei de mim:- Sou divorciada há pouco tempo e também tenho cinco filhos. E continuei contanto casos, querendo parecer interessante, inteligente.
Quando chegamos à Copa, já tínhamos trocado histórias e telefones.
Logo no dia seguinte ele ligou e fomos nos encontrar. Bebemos mais do que devíamos e acabamos a noite no motel. Foi bom demais! Ele me surpreendeu com suas manhas e artimanhas e jamais senti tanto prazer. Quando o dia amanheceu e saímos do motel eu já estava apaixonada e também ganhara um apelido: Fogueteira.
Os encontros se repetiram e fui, pouco a pouco, criando uma dependência, uma necessidade premente dele. Suas visitas eram inconstantes e inesperadas. Nada de compromisso. Chegava e partia quando lhe aprouvesse.
As vezes passávamos o fim de semana numa pousada na região dos lagos nos amando com paixão .
Sempre que nos despedíamos, sentimento de perda tomava conta de mim.
Numa semana ele não deu qualquer notícia. Liguei para seu telefone e uma mulher disse ser a esposa dele.
Eu respondi: - eu sou a namorada dele e por favor diga que telefonei.
A noite chegou à minha casa todo assustado mentindo:- Aquela mulher é louca. Porque toma conta dos meus filhos diz que é minha mulher. Agora acredita ser dona da casa.
Antes que o motorista entrasse para começar a viagem rumo à zona sul, vi pela janela um homem alto e elegante terminando de fumar um cigarro. Deslumbrada pensei: "será algum artista ou modelo?”
Com tantos lugares vazios ele escolheu sentar perto de mim. Gostei! E procurei conversar: -Está tão frio!- É mais logo que outros passageiros entrem vais esquentar.
Nossa conversa fez a espera pequena, a viagem rápida demais. Em poucos minutos ele já tinha contado a história de sua vida: - Sou viúvo e tenho sobre meus ombros, a responsabilidade de cinco filhos. A mais nova, com apenas sete anos ficou órfã. Falei de mim:- Sou divorciada há pouco tempo e também tenho cinco filhos. E continuei contanto casos, querendo parecer interessante, inteligente.
Quando chegamos à Copa, já tínhamos trocado histórias e telefones.
Logo no dia seguinte ele ligou e fomos nos encontrar. Bebemos mais do que devíamos e acabamos a noite no motel. Foi bom demais! Ele me surpreendeu com suas manhas e artimanhas e jamais senti tanto prazer. Quando o dia amanheceu e saímos do motel eu já estava apaixonada e também ganhara um apelido: Fogueteira.
Os encontros se repetiram e fui, pouco a pouco, criando uma dependência, uma necessidade premente dele. Suas visitas eram inconstantes e inesperadas. Nada de compromisso. Chegava e partia quando lhe aprouvesse.
As vezes passávamos o fim de semana numa pousada na região dos lagos nos amando com paixão .
Sempre que nos despedíamos, sentimento de perda tomava conta de mim.
Numa semana ele não deu qualquer notícia. Liguei para seu telefone e uma mulher disse ser a esposa dele.
Eu respondi: - eu sou a namorada dele e por favor diga que telefonei.
A noite chegou à minha casa todo assustado mentindo:- Aquela mulher é louca. Porque toma conta dos meus filhos diz que é minha mulher. Agora acredita ser dona da casa.
Tomei remédios para dormir e no dia seguinte viajei por uns dias.
Na primeira manhã do meu retorno acordei com o toque irritante do telefone. Logo reconheci a voz e, corajosamente desliguei. Ele insistiu tantas vezes que acabei concordando em ir almoçar com ele. Ele estava simpático e risonho como se nada tivesse acontecido e disse ; _ Como você tem coragem de terminar um amor lindo como o nosso só porque eu fiz uma sacanagemzinha! Ela não significa nada. É a você que eu quero. .
A falta de sexo , mais do que suas palavras, me fez amolecer e o aceitei de volta, embora soubesse que nada mudaria. Mas ele exercia um grande fascínio em mim e logo estávamos nos beijando e acariciando no restaurante vazio naquela hora da manhã. Trocamos palavras carinhosas e depois de tomar muito chopp ele foi ao banheiro e por alguns momentos eu fiquei só. Imediatamente, surge do nada, uma mulher na minha frente. Apressada diz - Você namora tão lindo! Você sabe amar mais do que ele. Joga um cartão na mesa e diz: ligue-me. Você não vai se arrepender. E saiu rápido, mas não tão rápido que não fosse vista pelo meu namorado que perguntou - O que essa mulher estava fazendo aqui
mostrei o cartão e contei o que ela me disse. Ele rindo falou : -Você está atraindo sapatão? Guardei o cartão na bolsa e não se falou mais nisso.
Durante algum tempo tudo correu bem entre nós. Mas, como de costume ele estava novamente mentindo, faltando aos encontros, me traindo. Sozinha, chorando e deprimida, lembrei do cartão e disquei para minha fã do restaurante. Precisava conversar com alguém até o sono chegar. Ela era inteligente e divertida. A conversa fluiu facilmente. Trocamos e-mails e todas as manhãs, logo que eu acordava ia ver no computador lindas paisagens com cachoeiras e rios e o fundo musical era maravilhoso. Descobrimos que tínhamos muitas afinidades . O caso amoroso com o Eduardo continuava cheio de altos e baixos, mas eu já não sofria com seu descaso.
Apesar de Sofia viver me convidando pra sair eu adiava, até que no dia do seu aniversário fui jantar no seu charmoso apartamento. Tudo cerimonioso e distante; mas a conversa foi gostosa, alegre e teve o pode de afastar minhas preocupações.
Na primeira manhã do meu retorno acordei com o toque irritante do telefone. Logo reconheci a voz e, corajosamente desliguei. Ele insistiu tantas vezes que acabei concordando em ir almoçar com ele. Ele estava simpático e risonho como se nada tivesse acontecido e disse ; _ Como você tem coragem de terminar um amor lindo como o nosso só porque eu fiz uma sacanagemzinha! Ela não significa nada. É a você que eu quero. .
A falta de sexo , mais do que suas palavras, me fez amolecer e o aceitei de volta, embora soubesse que nada mudaria. Mas ele exercia um grande fascínio em mim e logo estávamos nos beijando e acariciando no restaurante vazio naquela hora da manhã. Trocamos palavras carinhosas e depois de tomar muito chopp ele foi ao banheiro e por alguns momentos eu fiquei só. Imediatamente, surge do nada, uma mulher na minha frente. Apressada diz - Você namora tão lindo! Você sabe amar mais do que ele. Joga um cartão na mesa e diz: ligue-me. Você não vai se arrepender. E saiu rápido, mas não tão rápido que não fosse vista pelo meu namorado que perguntou - O que essa mulher estava fazendo aqui
mostrei o cartão e contei o que ela me disse. Ele rindo falou : -Você está atraindo sapatão? Guardei o cartão na bolsa e não se falou mais nisso.
Durante algum tempo tudo correu bem entre nós. Mas, como de costume ele estava novamente mentindo, faltando aos encontros, me traindo. Sozinha, chorando e deprimida, lembrei do cartão e disquei para minha fã do restaurante. Precisava conversar com alguém até o sono chegar. Ela era inteligente e divertida. A conversa fluiu facilmente. Trocamos e-mails e todas as manhãs, logo que eu acordava ia ver no computador lindas paisagens com cachoeiras e rios e o fundo musical era maravilhoso. Descobrimos que tínhamos muitas afinidades . O caso amoroso com o Eduardo continuava cheio de altos e baixos, mas eu já não sofria com seu descaso.
Apesar de Sofia viver me convidando pra sair eu adiava, até que no dia do seu aniversário fui jantar no seu charmoso apartamento. Tudo cerimonioso e distante; mas a conversa foi gostosa, alegre e teve o pode de afastar minhas preocupações.
Mais íntimas, mais companheiras, Sofia me perguntou se eu já conhecia os carinhos sexuais de outra mulher - Não, respondi constrangida, sou hétero sexual e, de você, espero uma boa e sincera amizade.
Minha amiga respondeu:- -Eu te garanto que se você um dia experimentar carinhos de outra mulher, jamais se interessará por homens. Nós, homo sexuais compreendemos mais as necessidades, os anseios de uma mulher. Nossas mãos são mais delicadas, nossos beijos mais ardentes. Eu insisti: - Sou hétero sexual convicta e realizada.
O jantar regado a vinho, estava servido depois de comer muito e beber mais ainda, foram ver um filme de amor entre duas mulheres. Eu me excitei e disse que queria dançar. Sofia colocou uma música romântica e dançamos abraçadas e nos acariciando. Beijos suaves foram trocados enquanto uma despia a outra. E em cada parte do corpo nu ela passava a língua. Mas, o que me deixou mais ouriçada foram as ligeiras e leves mordidelas nos meus seios nus. Deitamos no tapete fofo, abrimos as pernas e com mãos carinhosas nos acariciávamos. E depois de cada gozo, exausta comentei- bem que você disse, jamais um homem foi capaz de me fazer tão feliz, tão à vontade, tão livre- E a outra- Eu sonhei como esse nosso encontro há meses e tinha certeza de que seria assim. Nosso entrosamento é perfeito. Parece que fomos amantes desde que nascemos. Os encontros se repetiram em cinemas, teatros e até passeios pelas montanhas e praias. Tirávamos fotos lindos uma da outra. O nosso amor aparecia nos olhos dos retratos. A cada encontro a paixão explodia como chamas, brasa, fogo. Conhecemos a alegria, o prazer e a felicidade. Quando Olga dava alguma demonstração de ciúme eu dizia:- Quanto mais apaixonadas ficamos, mais felizes somos os três. Eduardo contente, achava que sua amante tinha amadurecido e estava mais sábia. Não vivia mais a vigiá-lo. Mas um dia ele chegou na hora errada e descobriu o romance das duas amigas.
Xingou, gritou e sumiu. Com o seu desaparecimento, o meu encanto por Sofia desapareceu. Fiquei fria e não queria mais nem vê-la. Quando a outra insistia ela dizia:- Esse romance não tem sentido. A magia se desfez, o encanto acabou. A saudade do homem tornou-se insuportável. E insuportável era também o amor de Sofia.
Minha amiga respondeu:- -Eu te garanto que se você um dia experimentar carinhos de outra mulher, jamais se interessará por homens. Nós, homo sexuais compreendemos mais as necessidades, os anseios de uma mulher. Nossas mãos são mais delicadas, nossos beijos mais ardentes. Eu insisti: - Sou hétero sexual convicta e realizada.
O jantar regado a vinho, estava servido depois de comer muito e beber mais ainda, foram ver um filme de amor entre duas mulheres. Eu me excitei e disse que queria dançar. Sofia colocou uma música romântica e dançamos abraçadas e nos acariciando. Beijos suaves foram trocados enquanto uma despia a outra. E em cada parte do corpo nu ela passava a língua. Mas, o que me deixou mais ouriçada foram as ligeiras e leves mordidelas nos meus seios nus. Deitamos no tapete fofo, abrimos as pernas e com mãos carinhosas nos acariciávamos. E depois de cada gozo, exausta comentei- bem que você disse, jamais um homem foi capaz de me fazer tão feliz, tão à vontade, tão livre- E a outra- Eu sonhei como esse nosso encontro há meses e tinha certeza de que seria assim. Nosso entrosamento é perfeito. Parece que fomos amantes desde que nascemos. Os encontros se repetiram em cinemas, teatros e até passeios pelas montanhas e praias. Tirávamos fotos lindos uma da outra. O nosso amor aparecia nos olhos dos retratos. A cada encontro a paixão explodia como chamas, brasa, fogo. Conhecemos a alegria, o prazer e a felicidade. Quando Olga dava alguma demonstração de ciúme eu dizia:- Quanto mais apaixonadas ficamos, mais felizes somos os três. Eduardo contente, achava que sua amante tinha amadurecido e estava mais sábia. Não vivia mais a vigiá-lo. Mas um dia ele chegou na hora errada e descobriu o romance das duas amigas.
Xingou, gritou e sumiu. Com o seu desaparecimento, o meu encanto por Sofia desapareceu. Fiquei fria e não queria mais nem vê-la. Quando a outra insistia ela dizia:- Esse romance não tem sentido. A magia se desfez, o encanto acabou. A saudade do homem tornou-se insuportável. E insuportável era também o amor de Sofia.
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